Peeling

O termo peeling , se origina do verbo “to peel”, que significa descamar em português.

Esta descamação é causada pele ação de substâncias químicas que chamamos de ácidos, que dependendo do tipo do ácido e/ou de sua concentração, pode ser mais superficial ou mais profunda.

Os peelings leves ou mais superficiais causam uma descamação mais farinácea, fina na epiderme e derme superficial, resultando em uma vermelhidão temporária, que se recupera em 7 a 10 dias; por ser mais superficial, seu efeito é proporcional, sendo necessária sua repetição por duas ou três vezes, com intervalos de 3 a 4 semanas, para obter melhores resultados. São indicados para tratamento de manchas superficiais, rugas finas, hidratando e melhorando a elasticidade da pele, pois estimula o surgimento de células mais jovens provenientes das camadas mais profundas da pele. Por ser de recuperação mais rápida, não há a necessidade de se ausentar do trabalho ou das atividades diárias.

Os peelings agressivos ou mais profundos causam uma descamação que atinge até a derme profunda, resultando em bolhas e crostas, que se recuperam em 15 a 20 dias, além de uma vermelhidão que pode durar até 2 ou 3 meses; conseqüentemente o efeito é mais intenso, não necessitando de outras aplicações. São indicados para tratamento de rugas mais profundas, seqüela de acne, cicatrizes inestéticas, corrigindo a flacidez de pele devido à retração cicatricial secundária induzida. A recuperação é mais lenta, necessitando de afastamento do trabalho e atividades diárias por até 15 dias.

Peeling superficial: ácido glicólico, retinóico, mandélico, tricloroacético, de Jessner, etc.

Peeling profundo: fenol a 40% ou 80%

Os peelings são indicados para rejuvenescimento facial, antes ou como complementação de uma cirurgia estética.